O Guarda da Noite
– Rui Brito Fonseca A noite era um gelo como o são as noites em janeiro. O fogareiro, atestado e aceso pelo mano que há pouco arreara e a quem viera render, estava quente e, em seu curto redor, havia calor. Vareiro tinha pegado às dez no turno e só arrearia às seis da manhã. Eram oito horas […]
