Haveis de morrer como cães na Guiné
– Rui Brito da Fonseca Em passos firmes mas cadenciados apontados nuns sapatos pretos de quase verniz, biqueira arrebitada, Padre Barros subiu o estrado da sala de aula. Virou-se para os seus alunos e proferiu com uma pontinha de entusiasmo orgulhoso, sorrindo nuns olhos pequenos e claros: – Rapazes, para o próximo ano o Colégio […]
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